Edenílson revela bastidor inusitado da virada e expõe detalhe que ninguém viu

Volante do Botafogo contou que não viu o gol de Villalba, brincou com o lance e projetou a estreia na Sul-Americana.

Segundo apurou o Jogo Hoje, a virada no clássico entre Botafogo e Vasco teve Edenílson como figurante involuntário do teatro: ele ficou caído na grande área, o lance seguiu e o gol de empate de Lucas Villalba virou história de vestiário. E, claro, virou piada também.

Porque, olha… o volante foi literalmente “impactado” no roteiro: choque, pancada, conversa com árbitro e aquela sensação de “paralisou tudo”. Só que não. A jogada que seguiu foi cruel e perfeita para o Glorioso, que venceu por 2 a 1.

O lance que virou piada no clássico

O episódio começou com um choque que deixou Edenílson caído no meio do lance, naquele cenário clássico de lance caído na área, em que o torcedor já pensa: “vai dar falta, vai dar pausa, vai dar tudo menos gol”. Só que o futebol é doido e, em vez de parar, a jogada seguiu.

O Botafogo manteve o domínio ofensivo, seguiu pressionando e, na sequência, tratou de carimbar a virada no clássico com o gol de Lucas Villalba. Enquanto isso, Super Ed estava no modo “recupera a memória do lance” e, sinceramente, ele achou que tinha sido tudo interrompido.

O que Edenílson disse sobre o gol de Villalba

Edenílson contou que não viu o tento. E fez isso com uma risada que denuncia: a cena foi tão inusitada que parece montagem de treino.

Na entrevista à Botafogo TV, ele foi direto ao ponto, com ironia refinada:

  • Ele disse que ficou caído após um choque e que o árbitro foi falar com ele, como se o jogo tivesse de fato sido paralisado.
  • Ele ainda reclamou, achou que tinha entendido errado, e só depois foi descobrir que a jogada seguiu.
  • Quando Vitinho veio explicar, a resposta veio seca: “gol de quem? do Villalba”. Aí sim veio a comemoração.

O detalhe que rende: Edenílson ainda brincou que não deram a devida importância no lance. Traduzindo para o idioma do gramado: ele achou que o “principal evento” era a pancada dele. Spoiler: era o gol.

A leitura do volante sobre a vitória de virada

Além do bastidor, Edenílson fez a leitura que importa para quem quer entender a campanha. Ele cravou que o time dominou as ações ofensivas desde cedo, teve chances claras para abrir o placar e lembra que houve um possível lance de expulsão que poderia ter mudado o rumo do jogo.

Ou seja: não foi sorte. Foi construção com cara de trabalho, daquelas que pedem consequência. “Era para ser sofrido”, ele soltou, e a gente completa: era para ser sofrido mesmo, porque o calendário não dá descanso e o Botafogo parecia saber que a virada no clássico vinha com gosto de desafio.

E tem mais: com jogos empilhados, manter a pegada vira obrigação, não discurso. Você acha que alguém vai deixar o grupo perder o ritmo só porque o lance foi teatral? Não vai.

O aviso para a estreia na Sul-Americana

Na quinta-feira, o Botafogo estreia na Copa Sul-Americana contra o Caracas, no Nilton Santos. E aí entra o recado de Edenílson, que soa como planejamento e também como alerta de quem já sabe como o jogo muda de roupa.

Ele pediu virada de chave e destacou a arbitragem como ponto de atenção. Não por drama, mas por realidade: uma competição sul-americana é diferente, a sequência de competições pesa e o tipo de arbitragem pode impactar o fluxo do jogo.

Depois vem Brasileiro e Copa do Brasil. É o tipo de semana em que o time precisa estar afiado para ajustar rápido, sem perder intensidade e sem cair em narrativa. Porque o que funciona no clássico pode não funcionar no continente se você não estiver ligado.

O Veredito Jogo Hoje

Se Edenílson não viu o gol, ele pelo menos viu o que o Botafogo quer: intensidade com cara de equipe grande, domínio ofensivo quando acelera e maturidade para lidar com o caos do lance. A virada no clássico foi construída no campo e temperada com polêmica, mas a melhor parte é a postura: rir do próprio “lance caído na área” sem abrir mão da seriedade do resultado. Agora é transformar essa sequência de competições em fato, não em folclore.

Perguntas Frequentes

Por que Edenílson não viu o gol de Villalba?

Porque ele ficou caído após um choque, acreditou que o jogo tinha sido paralisado e só foi entender que a jogada seguiu depois, quando recebeu explicações no lance.

O que Edenílson falou sobre a virada do Botafogo no clássico?

Ele destacou o domínio ofensivo do time, citou a possível expulsão que poderia mudar o jogo e projetou a necessidade de manter a pegada, valorizando a vitória de virada.

Qual é o próximo jogo do Botafogo após a vitória sobre o Vasco?

Na quinta-feira, o Botafogo estreia na Copa Sul-Americana contra o Caracas, no Nilton Santos.

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