Alonso no Papamóvel? A recusa do Vaticano que voltou à tona na Espanha

A lembrança de 2011 voltou com a visita de Leão XIV: o Vaticano recusou Alonso como motorista do Papamóvel.

Segundo apurou o Jogo Hoje, a agenda da visita de Leão XIV à Espanha (6 a 12 de junho) reacendeu uma curiosidade histórica que parecia enterrada nos bastidores do esporte eclesiástico. E, no meio do calendário da Fórmula 1, a memória de 2011 voltou com força: a discussão sobre quem conduziria o Papamóvel.

Sim, estamos falando de Fernando Alonso, figura central da F1 naquela década e, claro, personagem perfeito para esse tipo de história que mistura fé, protocolo e velocidade. Porque quando as datas se encostam, até o Vaticano vira assunto de paddock.

O gancho: por que a história de Alonso voltou agora

Leão XIV chega à Espanha em plena janela que também abraça o circuito mais “barulhento” do calendário da Fórmula 1: Mônaco, de 5 a 7 de junho. Depois, vem Barcelona-Catalunha, de 12 a 14, e aí você entende o porquê da lembrança de 2011 não ter ficado só no arquivo. O mundo gosta de coincidência, e nós, jornalistas, sabemos explorar o detalhe que todo mundo sente, mas poucos contam.

Na semana em que a visita apostólica ganha manchetes, um nome reaparece como se ainda estivesse no grid: Alonso. E o motivo é simples, quase cinematográfico, para quem vive de memória midiática e reapresenta bastidores.

O episódio de 2011: a proposta feita ao Vaticano

Em 2011, a Espanha recebeu Bento XVI durante a Jornada Mundial da Juventude, a famosa JMJ, e foi aí que surgiu a ideia. Segundo revelou Yago de la Cierva, coordenador das viagens papais à Espanha, a equipe teria perguntado diretamente se Fernando Alonso poderia dirigir o Papamóvel.

O gesto tinha lógica de bastidor: um piloto que sabe lidar com pressão, que domina o volante com precisão cirúrgica, e que poderia transformar um deslocamento protocolar em imagem memorável. Afinal, qual é o problema em pedir a um cara rápido para fazer um trajeto curto e seguro? O problema, claro, era o protocolo.

A resposta do Vaticano e a escolha do condutor oficial

De la Cierva foi direto na lembrança: “Em 2011, perguntamos especificamente se Fernando Alonso poderia dirigir o papamóvel”. E a resposta veio com a frieza que só instituição grande consegue ter.

“Eles ficaram indignados e nos disseram: ‘De jeito nenhum!’” Pois é. A proposta foi defendida pelo próprio coordenador, que argumentou que Alonso “sabe dirigir” e que “o Papa não corre perigo”. Mas o Vaticano bateu o martelo: “não, tem que ser um policial nacional”.

Ou seja, a escolha do condutor oficial não passou pelo debate de carisma ou de oportunidade televisiva. Foi segurança, foi regra, foi o Vaticano dizendo que nem tudo vira espetáculo, mesmo quando o calendário da Fórmula 1 parece convidar.

A coincidência com o calendário da Fórmula 1 em 2026

Agora, em 2026, a história ganha uma nova camada: a visita de Leão XIV (6 a 12 de junho) cai bem na sequência que a F1 já conhece de cor. Mônaco acontece entre 5 e 7 de junho, e a semana anterior termina com a atenção voltada ao GP da Bélgica em 2011, quando Alonso ainda vivia a fase de retorno da categoria após o recesso.

Em 2011, a Bélgica foi palco de um recorte que a memória esportiva guarda: Alonso terminou em quarto lugar após a retomada do campeonato, enquanto Sebastian Vettel venceu com a Red Bull. E, do ponto de vista de cronologia, o detalhe ajuda a entender por que a história não virou insistência na época: com a agenda de corrida e a logística puxando todo mundo, a ideia ficou mesmo como pergunta que esbarrou na resposta final.

Por que a curiosidade continua rendendo assunto entre fãs de F1

Porque, convenhamos, o que faz um torcedor voltar ao tema não é só o “quem poderia ter dirigido”. É o contraste. É ver como um nome do grid, associado a velocidade e controle, encontra um mundo de visita apostólica, regras e cerimônia.

Entre o Papamóvel e a pista, sobra uma curiosidade histórica que encaixa na cultura da F1: a gente vive de detalhes, de bastidores, de perguntas que nunca viram plano, mas que viram conversa. E quando o calendário da Fórmula 1 encontra a agenda do Vaticano, a memória midiática faz o resto.

O Veredito Jogo Hoje

Pra mim, essa história vale menos pelo “e se” e mais pelo que ela denuncia: o Vaticano não negocia segurança, nem quando a Espanha inteira estaria disposta a ver Fernando Alonso no volante. O que torna a anedota deliciosa é justamente a recusa seca de 2011, porque ela mostra que nem todo crossover entre esporte e espetáculo passa pelo protocolo. E, no fim, é isso que alimenta a curiosidade histórica com credibilidade, sem precisar forçar drama.

Perguntas Frequentes

Fernando Alonso realmente foi cogitado para dirigir o Papamóvel?

Sim. Em 2011, durante a JMJ, foi levantada a possibilidade de Fernando Alonso conduzir o Papamóvel, segundo o coordenador das viagens papais à Espanha, Yago de la Cierva.

Por que o Vaticano rejeitou a ideia na época?

Porque a resposta foi categórica: não seria um piloto, e sim um policial nacional. A justificativa central foi seguir o protocolo de segurança e a escolha oficial do condutor.

Qual a relação dessa história com a visita de Leão XIV à Espanha?

A conexão está na coincidência de datas e no reaparecimento do tema: a visita apostólica de Leão XIV ocorre entre 6 e 12 de junho, enquanto o calendário da Fórmula 1 também concentra eventos no mesmo período, fazendo a lembrança de 2011 voltar à pauta.

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