Central da partida

Corinthians x Palmeiras

Resultado final publicado e página em modo pós-jogo.

Encerrado

Status

Encerrado

Dados ao vivo

Dados finais preservados na mesma URL

Competição

Série A

Arbitragem

Flavio Rodrigues De Souza, Brazil

Pacote de pós-jogo

Resumo final, gols e impacto da partida

Com o empate na Série A, o Palmeiras mantém o ritmo de controle, mas desperdiça chance de pontuar mais. O Corinthians respira, porém segue sem vencer e sente o impacto das expulsões.

Pós-jogo consolidado Confiança alta

Resumo do placar

Corinthians 0 x 0 Palmeiras

Corinthians aparece em 7º e Palmeiras em 2º na leitura atual da competição.

Série A domingo, 12 de abril de 2026

Gols

Sem gols

A partida terminou sem gols.

Destaque

Jogo equilibrado até o apito final

Leitura editorial automática a partir dos lances decisivos registrados na base.

Próximo passo

A próxima cobertura da fila editorial é Flamengo x Palmeiras.

Gols e lances decisivos

34'

André Luiz

Card upgrade

35'

André Luiz

Red Card

44'

Matheuzinho

Yellow Card

70'

Matheuzinho

Card upgrade

71'

A. Giay

Substituição • assistência de Luighi

71'

Khellven

Substituição • assistência de Arthur Gabriel

Melhores momentos

Resumo visual da partida

Vídeo ainda não anexado

O lance a lance, o artigo final e as estatísticas já estão disponíveis. Assim que um vídeo oficial entrar na base, ele sobe aqui na mesma URL.

Ficha oficial da partida

Ficha final, local e transmissão registrada

Fonte oficial vinculada

Transmissão ao vivo

Record CazéTV Prime Video Premiere

Local do jogo

Neo Química Arena, São Paulo

Horário

18:30 (Brasília)

Como chegam

Momento dos times na competição

Corinthians

Corinthians

7º lugar • 56 pts • 38 jogos

Últimos jogos
V V V V V
Palmeiras

Palmeiras

2º lugar • 73 pts • 38 jogos

Últimos jogos
D V D V V

Análise e reportagem final

Palmeiras domina, VAR muda tudo e Corinthians segura 0 a 0 no Brasileirão

Palmeiras domina, VAR muda tudo e Corinthians segura 0 a 0 no Brasileirão

Com o empate na Série A, o Palmeiras mantém o ritmo de controle, mas desperdiça chance de pontuar mais. O Corinthians respira, porém segue sem vencer e sente o impacto das expulsões.

Corinthians e Palmeiras empataram por 0 a 0 na Série A, em partida disputada com mando do Corinthians. O jogo teve virada de cenário com expulsões após revisão do VAR, incluindo a saída de Matheuzinho, e mesmo com quatro chutes a gol para cada lado, ninguém conseguiu furar a defesa.

O 0 a 0 não foi um “jogo morto”. Foi um duelo de controle emocional, gestão de risco e, principalmente, um confronto de ajustes táticos que se anulavam. O Palmeiras chegou com a proposta clara de manter a bola — ficou com 68% de posse — e tocar para atrair o Corinthians para fora. Só que o Corinthians respondeu com organização, linhas compactas e um bloco baixo que virou rotina no segundo tempo, sustentando a transição defensiva quando a bola escapava. A soma dos dois estilos resultou em um cenário típico de campeonato: pouca margem para erro, alto custo de espaço e poucas chances com leitura limpa para finalizar.

Se por um lado o Palmeiras dominou em posse e volume de escanteios (7 a 2), por outro o Corinthians conseguiu uma coisa que costuma valer pontos: impedir o “gol de encaixe”. As estatísticas mostram isso. Os dois times tiveram 4 chutes a gol e o Palmeiras, mesmo com mais presença no ataque, não transformou superioridade territorial em finalização decisiva. Foram 5 defesas do goleiro corintiano contra 4 do arqueiro palmeirense, e o que separou a partida do roteiro mais comum foi a qualidade da última ação: faltou tempo, sobrou disputa e, em alguns momentos, faltou calma para concluir.

Como foi o jogo

O Corinthians começou com postura de contenção e tentou controlar as distâncias. O Palmeiras, por sua vez, buscou insistência pelos lados e tentativas de aproximação pelo meio, mas sempre esbarrando na marcação por zona e na atenção aos corredores de ligação. Nos primeiros minutos, a partida já tinha cara de jogo de campeonato: muito respeito e poucas finalizações com perigo real. Quando os espaços apareciam, vinha a correção defensiva imediata; quando a defesa recuava, o Palmeiras encontrava dificuldade para acelerar com segurança.

O enredo ganhou um ponto de ruptura em lances ligados a VAR e expulsões. Antes da grande parte do segundo tempo, o Corinthians já teve um momento de risco com a saída de André Luiz. Depois, veio a fase em que o jogo mudou de verdade: o VAR promoveu upgrade de cartão para Matheuzinho e, em seguida, o jogador foi expulso. A partir daí, o Palmeiras teve mais território para “trabalhar” a posse, mas o Corinthians, mesmo reconfigurado, manteve a proposta de sobrevivência competitiva, com faltas táticas e cobertura constante. Em jogos com expulsões, o padrão é o time com vantagem criar uma avalanche; aqui, a avalanche não veio. Veio a insistência — e a insistência, sem precisão, virou pressão sem finalização letal.

No segundo tempo, o Palmeiras tentou reconstruir o ritmo ofensivo com substituições. O time trocou peças para manter a intensidade, e as mudanças foram feitas com foco em acelerar a circulação e aumentar o número de chegadas. O Corinthians, em contrapartida, reagiu com ajustes internos para proteger o miolo e reduzir o tempo de decisão do adversário. Resultado: a posse do Palmeiras seguiu alta, mas as zonas de finalização continuaram estreitas.

O que decidiu (e por que não saiu do zero)

O jogo travou por três motivos combinados. Primeiro: o Corinthians conseguiu transformar posse do Palmeiras em “posse sem profundidade”. Segundo: as expulsões e o controle do risco tiraram o Palmeiras do caminho mais direto para o gol, porque o time precisou reorganizar a própria maneira de atacar. Terceiro: o último passe e o chute final não acompanharam o volume. A estatística de chutes a gol 4x4 é reveladora: não faltou tentativa, faltou acabamento.

Além disso, o Palmeiras teve vantagem em escanteios (7), mas bola parada, quando bem defendida, vira só mais um período de domínio sem conclusão. O Corinthians conseguiu se posicionar para neutralizar cruzamentos e dar o bote no rebote. Do lado palmeirense, a tentativa de pressionar por fora também esbarrou na necessidade de manter cobertura após perdas, o que reduz a agressividade na hora do cruzamento.

Em partidas assim, o gol geralmente nasce de um detalhe: uma bola recuperada no tempo certo, um desvio na área, uma cobrança que quebra a marcação. O que apareceu foi o contrário: marcação compacta, disputa corpo a corpo e finalizações com pouco “espaço de decisão”. Com isso, o jogo ficou preso entre a vontade de atacar e a obrigação de não tomar.

Quem se destacou

O destaque do Corinthians foi a capacidade de suportar o momento de pressão sem desorganizar. O time teve expulsão e, mesmo assim, preservou o desenho tático que fez sentido durante toda a partida: fechar linhas, atrapalhar a progressão e impedir o Palmeiras de chegar com ritmo para finalizar. Em termos de impacto, a defesa e o goleiro foram essenciais. A estatística de 5 defesas mostra que o Palmeiras criou oportunidades, mas encontrou resistência.

Do lado do Palmeiras, o destaque foi a consistência na criação de volume. A equipe sustentou o controle e chegou com regularidade, sustentando 68% de posse e 7 escanteios. Mesmo com o placar travado, o time mostrou repertório para manter a bola e insistir nas laterais e no setor central. O ponto crítico — e que fica como lição do jogo — foi converter domínio em finalização com melhor leitura e mais precisão.

Substituições e impacto

As substituições do Palmeiras foram importantes para tentar mudar a intensidade. Aos 71', o Palmeiras fez três trocas: Khellven entrou com assistência de Arthur Gabriel; A. Giay veio com assistência de Luighi; e o time colocou Mauricio no jogo com assistência de Felipe Anderson. A lógica era simples: ganhar fôlego, ampliar a chegada e ajustar a ocupação dos corredores. Aos 72' e 83', mais mudanças reforçaram a ideia de manter pressão sem perder o controle. Em 83', Marlon Freitas foi acionado com assistência de Lucas Evangelista, e Kayke entrou com assistência de J. Lingard.

Para o Corinthians, as trocas foram reativas ao momento do jogo, principalmente em razão do cenário de cartões e da necessidade de proteger o resultado em construção. Aos 73', Garro substituiu R. Garro? (no lance do sistema: entrou R. Garro com assistência de A. Carrillo). A leitura foi fortalecer o controle do meio e dar opção para transição. Em jogos com placar travado, substituição costuma ser mais do que “trocar peças”: é trocar o tipo de risco. E, aqui, o Corinthians escolheu risco controlado.

Cartões, VAR e o efeito na partida

O jogo virou na sequência de decisões disciplinares e de revisão. O Corinthians teve cartão vermelho após VAR com Matheuzinho, depois do Var - Card upgrade por Matheuzinho aos 70', e a confirmação veio em 71' com a Red Card. Antes disso, aos 34' e 35', o Corinthians também passou por um momento crucial com André Luiz: houve upgrade no VAR e, em seguida, red card. Isso alterou a dinâmica do confronto: o Palmeiras passou a ter mais campo para rodar a posse, mas o Corinthians respondeu com disciplina tática para não colapsar.

Depois, houve ainda cartão amarelo para Marlon Freitas aos 76' e amarelo para Raniele em 90+3'. Esses detalhes explicam o tipo de jogo: a partida virou uma disputa de controle de tempo e de choque no corpo a corpo. Quando o placar não muda, cada falta e cada cartão viram parte do “relógio” do resultado.

O que muda na tabela

O empate por 0 a 0 na Série A não altera a narrativa de forma dramática, mas tem peso prático. Para o Palmeiras, o resultado representa um freio: o time teve domínio e chegou com volume, mas não somou na mesma proporção da pressão. Para o Corinthians, o ponto vem como alívio e como cobrança: a equipe conseguiu segurar o adversário, mas segue sem conseguir transformar chances em gols com regularidade. Em campeonato, pontuar contra um adversário forte é positivo; o desafio é transformar esse “ponto de resistência” em sequência que gere crescimento.

Além disso, o jogo deixa impactos imediatos. Expulsões e desgaste reduzem opções para o próximo confronto e aumentam o risco de repetição de falhas em intensidade. O Palmeiras, que lutou por espaço e insistiu, também sai com a sensação de “poderia ter sido”. O Corinthians sai com a sensação de “sobreviver foi possível”, mas precisa melhorar o poder de ameaça para não depender tanto da defesa.

O Veredito Jogo Hoje

O Palmeiras foi melhor no mapa do jogo — posse, escanteios e presença —, mas ficou preso no próprio excesso de controle quando faltou a última decisão. Já o Corinthians, mesmo com o peso das expulsões, cumpriu o plano com bloco baixo, correção e leitura de risco, garantindo um ponto que pode fazer diferença ao longo do turno. No fim, o 0 a 0 diz menos sobre “falta de jogo” e mais sobre um Palmeiras que dominou sem acertar o tempo do ataque, enquanto o Corinthians transformou o sofrimento em método. Para os dois, a pergunta que fica é a mesma: quem vai destravar o próximo jogo antes que o calendário cobre?

Perguntas Frequentes

Corinthians e Palmeiras empataram por quanto na Série A?

Empataram por 0 a 0 na Série A.

Houve gol na partida entre Corinthians e Palmeiras?

Não. O jogo terminou sem gols, em 0 a 0.

Quais foram os principais cartões na partida?

O Corinthians teve expulsão após VAR com Matheuzinho e também passou por um momento com André Luiz; já o Palmeiras recebeu cartão amarelo com Marlon Freitas. O placar final permaneceu 0 a 0.

Para acompanhar outras emoções no Jogo Hoje, siga a cobertura da partida e da Corinthians e do Palmeiras na Série A.

Lance a Lance

90'
Cartão Amarelo Corinthians
Raniele

Raniele

83'
🔄 Substituição Palmeiras
Marlon Freitas
Sai: Marlon Freitas
Entra: Lucas Evangelista
83'
🔄 Substituição Corinthians
Kayke
Sai: Kayke
Entra: J. Lingard
76'
Cartão Amarelo Palmeiras
Marlon Freitas

Marlon Freitas

73'
🔄 Substituição Corinthians
R. Garro
Sai: R. Garro
Entra: A. Carrillo
72'
🔄 Substituição Palmeiras
Mauricio
Sai: Mauricio
Entra: Felipe Anderson
71'
🔄 Substituição Palmeiras
A. Giay
Sai: A. Giay
Entra: Luighi
71'
🔄 Substituição Palmeiras
Khellven
Sai: Khellven
Entra: Arthur Gabriel
71'
Cartão Vermelho Corinthians
Matheuzinho

Matheuzinho

70'
Card upgrade Corinthians
Matheuzinho

Matheuzinho

44'
Cartão Amarelo Corinthians
Matheuzinho

Matheuzinho

35'
Cartão Vermelho Corinthians
André Luiz

André Luiz

34'
Card upgrade Corinthians
André Luiz

André Luiz